Do zero até a primeira rota rodando na rua. Cerca de vinte minutos, e é para ser feito na ordem.
Como as duas partes conversam: o painel do escritório e o aplicativo do vendedor.
O Visitta tem duas partes. No painel, pelo computador, o escritório cadastra clientes e produtos e monta as rotas. No aplicativo, o vendedor recebe a rota do dia, registra a visita com localização e foto, e lança o pedido ali mesmo.
O que liga as duas é a sincronização: tudo que o vendedor faz na rua sobe sozinho assim que houver sinal, e tudo que o escritório muda desce para o aparelho no próximo ciclo.

O aplicativo funciona sem internet, de propósito. O vendedor abre a rota, registra visita, tira foto e fecha pedido em área sem sinal — nada disso espera conexão. O envio acontece quando a rede voltar.
Produtos, vendedores e clientes têm uma ordem certa. Fora dela, você refaz trabalho.
A ordem importa porque cada cadastro depende do anterior. Seguindo assim, nada precisa ser refeito:
Cadastrar cliente antes de cadastrar o vendedor obriga a voltar em cada um para dizer de quem ele é. Com poucos clientes é chato; com trezentos, é uma tarde perdida.
O primeiro passo: a configuração guiada, pergunta por pergunta.
O que fazer para ele abrir o aplicativo e já ter trabalho na tela.
O vendedor entra no aplicativo com o e-mail e a senha que você cadastrou para ele. Não há tela de criar conta — quem cria o acesso é sempre o escritório.
Onde fica:VendedoresNovo vendedordefina e-mail e senha
Se ele abrir o aplicativo e a rota aparecer vazia, quase sempre é uma destas duas coisas: a rota foi montada para outro dia, ou os clientes dela não estão na carteira dele. Ambas se resolvem no painel, e o aplicativo se corrige sozinho na sincronização seguinte.